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Mensagens de Fé e Otimismo

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O Sonho impossível?

Mensagem por Power Max em Qua 15 Abr 2009, 12:32

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A boa vontade é algo contagioso; esse artigo explica porquê.
Recentemente fui à cidade e peguei um táxi com um amigo meu. Quando chegamos, meu amigo disse para o motorista: “Muito obrigado, você guia muito bem.”
O motorista do táxi ficou estupefato, por um segundo. Então, disse: “Está querendo me gozar, meu chapa?”
“Não, meu caro, de jeito nenhum. Admiro a forma como você consegue ficar calmo no meio desse trânsito todo.”
“Falou”, disse o motorista, e foi embora.
“Mas, que conversa era essa?!” indaguei, meio perplexo.
“Estou tentando trazer o amor de volta”, disse ele. “É a única coisa que pode salvar essa cidade.”
“E como é que um homem só, pode salvar essa cidade?”
“Não é um homem só. Acho que fiz esse motorista de táxi ganhar o dia. Suponha que ele vá pegar mais uns 20 clientes. Vai ser simpático com eles, porque alguém foi simpático com ele, também. Aí esses clientes vão ser mais amáveis com os seus empregados, com os balconistas das lojas, até mesmo, com seus próprios parentes. Estes, por sua vez, serão mais simpáticos com as outras pessoas.
“Eventualmente, essa atmosfera de boa vontade pode se alastrar e atingir, pelo menos, umas mil pessoas. Nada mal. Não acha?”
“Mas, você está dependendo desse motorista, para transmitir sua boa vontade aos outros.”
“Não estou”, disse meu amigo. “Estou ciente de que o sistema não é infalível. Hoje, sou capaz de contatar com 10 pessoas diferentes. Se, em cada 10, conseguir fazer três felizes, então, posso acabar influenciando, indiretamente, o comportamento de três mil pessoas ou mais.”
“Parece boa idéia”, admiti, “mas, não estou certo de que dê resultado.”
“Se não der, não se perde nada. O fato de dizer àquele homem que estava fazendo um bom trabalho não me roubou tempo nenhum. Qual o problema, se ele não ligou? Amanhã, haverá outro motorista de táxi para eu elogiar.”
“Acho que você está meio pirado”, disse eu.
“Isso demonstra o quanto você se tornou cético. Fiz um estudo a esse respeito. Por exemplo: que é que falta, além de dinheiro, evidentemente, aos empregados dos correios? É que alguém lhes diga que estão fazendo um bom trabalho.
“Mas, eles não estão fazendo um bom trabalho!”
“Eles não estão fazendo um bom trabalho, porque sentem que ninguém se interessa se fazem ou não. Por que é que ninguém lhes faz um elogio?”
Estávamos passando por um prédio em construção e cruzamos com cinco operários que estavam de folga. Meu amigo parou. “Vocês têm feito um excelente serviço. Deve ser um trabalho difícil e perigoso.”
Os cinco homens olharam-no, meio desconfiados.
“Quando é que esse prédio vai ficar pronto?
“Em outubro, resmungou um deles.
“Ah! Isso é fantástico. Vocês devem estar bem orgulhosos!”
Afastamo-nos. “Não conheço ninguém como você!” disse-lhe eu.
“Quando esses homens pensarem nas minhas palavras, vão se sentir muito melhor e a cidade vai se beneficiar da felicidade deles.”
“Mas, você não pode fazer isso sozinho!” protestei. “Você é apenas um!”
“O mais importante é não nos deixarmos desencorajar. Não é fácil fazer com que os habitantes da cidade voltem a serem amáveis, mas se conseguir convencer outras pessoas a aderirem a minha campanha...”
“Você acaba de piscar o olho a uma mulher bem feiosa”, disse eu.
“Eu sei”, replicou. “Se ela for uma professora, os alunos vão ter um dia fantástico.
(Art Buchwald - Condensada de “Los Angeles Times”.)
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Por um dia somente

Mensagem por Power Max em Qua 15 Abr 2009, 12:32

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Por um dia somente, poderemos fazer o que quisermos. Portanto, hoje vamos perder o medo da vida e o medo da morte, enfim, o medo de sermos felizes, a fim de gozarmos a alegria de cada minuto de harmonia, beleza, paz e saúde que nos seja concedido.
Apenas por hoje, vamos viver um só dia, esquecendo o ontem e o amanhã, não procurando resolver imediatamente todo o problema da vida. Lincoln disse que "o homem é, exatamente, tão feliz quanto queira sê-lo". Vamos resolver sermos felizes, só por hoje; ajustando-nos à nossa família, nossa realidade, nossa profissão, nosso destino. Reformar o mundo para ajustá-lo ao nosso gosto é impossível e essa aspiração não é saudável. Se não podemos ter aquilo de que gostamos, talvez possamos gostar daquilo que temos.
Portanto, só por hoje, vamos ser amáveis, compreensivos, alegres, carinhosos; vamos ser o melhor que pudermos, vestir o melhor possível, caminhar tranqüilamente, elogiar as pessoas pelo que fazem, ao invés de criticá-las, pelo que não podem fazer. E, se encontrarmos alguma falha, vamos perdoar e esquecer.
(Autor desconhecido)
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MIRAGENS...

Mensagem por Power Max em Qua 15 Abr 2009, 12:33

Eram encargos normais, saudáveis: cuidar dos filhos, dirigir o lar, instruir a doméstica, efetuar compras... Mas Zilda aborrecia-se. Sentia-se frustrada. Ninguém parecia reconhecer seu esforço... Além do mais, sonhava trabalhar fora, ter seu próprio dinheiro, freqüentar uma Faculdade, alargar horizontes...
Irritava-se com frases pomposas, tipo "rainha do lar" ou "doadora da Vida'', que lhe pareciam engodos masculinos para estimular a submissão das mulheres.
Resolveu consultar um psicólogo, desses bem modernos, idéias arejadas, ''pra frente''... Expôs-lhe suas dúvidas e anseios, suas angústias e mágoas...
- Minha cara Zilda - disse-lhe o profissional, após ouvi-la. - Seu problema fundamental é um só: aprender a gostar um pouco de si mesma! É preciso soltar-se... Conquiste seu espaço no Mundo! Realize-se!
- O senhor tem razão! Anseio por vôos mais altos, além da rotina... No entanto, estou amarrada, os encargos domésticos são numerosos, a família precisa de mim, alguém deve ficar na retaguarda...
- Esqueça. No momento é preciso cuidar de seu bem-estar. Em sua existência ninguém deve ser mais importante do que você mesma! Liberte-se! Seja autêntica! Exercite suas próprias asas...
E, sob orientação do psicólogo, Zilda começou a mudar. Encontrou tempo para a massagista, o tratamento de beleza, a ginástica. Importante afinar a silhueta, rejuvenescer... Em breve matriculou-se em curso de nível superior, conseguiu pequeno emprego, entrosou-se com novas amigas, igualmente "avançadas"...
Sem tempo para o lar, este começou a apresentar problemas, o desleixo tomou conta, os filhos foram descuidados. O marido, perplexo, indagava-lhe o porquê de tantas mudanças...
- É preciso cuidar de mim mesma. Tenho sido uma escrava. Chegou o tempo de minha libertação. Vocês "se virem..."
Empolgada pela própria audácia, Zilda distanciou-se progressivamente da família até que, concluindo que precisava de mais espaço, partiu para cidade distante, integrada em novo emprego. Aparecia apenas nos fins de semana, visita em sua própria casa, "era preciso cuidar de si mesma!... "
Todavia, não chegou a parte alguma, alienada das realidades mais simples, perdida em caminhos tortuosos. Embora livre para movimentar-se, jamais se libertou da angústia e da insatisfação, nem da impertinente sensação de que talvez fosse mais feliz como simples "rainha do lar"!...
No dicionário da Vida, felicidade é sinônimo de doação. Por mais sofisticadas e brilhantes sejam as idéias, não resolveremos o problema de nossa estabilidade íntima, nem nos realizaremos como Filho de Deus, enquanto pensarmos muito em nós mesmos. Quem se fecha em si, sufoca-se em estreitos limites, ainda que se julgue na amplidão.
Os movimentos feministas são respeitáveis quando reivindicam os direitos da mulher como ser humano, com aspirações inerentes à sua condição. Cometem, entretanto, grave engano quando, pretextando sua libertação, a induzem a aborrecer-se com os encargos domésticos, negligenciando as sagradas tarefas da maternidade, em que a mais nobre, a mais sublime de todas as missões lhe é confiada: preparar os filhos para a Vida, tarefa que lhe confere o supremo encargo de colaboradora de Deus.
(Richard Simonetti - Transcrito "Correio Fraterno do ABC")
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Aos pais de filhos problemas

Mensagem por Power Max em Qua 15 Abr 2009, 12:34

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Pai e mãe amigos confiam-nos o desabafo que muitas vezes ouvimos de outros pais e de outras mães:
De que adiantou tudo o que ensinamos? De que valeram nosso trabalho, nosso esforço e nosso sacrifício?
Houve ocasiões quando também pensamos assim – lhes respondemos, com nossa experiência de pai.
Referem-se eles a filhos que, atualmente, lhes acarretam tantos aborrecimentos e lhes suscitam tantas incertezas. Rapazes e moças que aparentam, na prática, no conflito de gerações, nada haver assimilado das lições recebidas no lar, durante muitos anos.
Contamo-lhes, então, a história que um dia Huberto Rohden compôs:
Uma experiência perdida: a minha. Depois de decênios de insanos labores, nada consegui. Minhas palavras de amigo, levou-as o vento. Meus conselhos de pai perderam-se no vácuo. Meus esforços de educador, pura perda. Tudo em vão. Assim dizes tu, assim gemes, meu grande pessimista.
Há decênios, entretanto, foi um cientista escavar no Egito. Depois de muito labutar e pesquisar, descobriu, no fundo de uma pirâmide, um sarcófago de pedra. Dentro do rijo esquife, a múmia de milhares de anos. Ao lado da múmia, punhado de cereais, tão antigos como aquela. Repousavam com a morte as sementinhas, aparentemente mortas. Plantou o cientista os grãozinhos duríssimos e vingaram esplendidamente!
E veio a explicação de um homem que conhecia a dinâmica da vida:
Modestos grãozinhos, meu pessimista, são as idéias e os ideais que pelo mundo espargimos. E quanto vêm cair em escuras pirâmides, ao lado de esqueletos, de múmias e fósseis! Quantas almas-múmias, quantos espíritos fósseis em torno de nós! Quanto sarcófago de pedra inerte acolhe os germes de nosso espírito!
Decorrem anos e parece que a nossa sementeira foi vitimada de morte eterna.
Um dia, porém, brotarão os germes que semeamos. Embora não o vejam os nossos olhos, nem o percebam os nossos ouvidos, despontará o dia da ressurreição e da vida.
Chegará o tempo da colheita.
É só ter paciência e esperar.
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Deus tudo faz para o bem!

Mensagem por Power Max em Qua 15 Abr 2009, 12:34

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Mahum era um homem de fé. Seu nome significava “também”, porque ele dizia freqüentemente, com toda a convicção, ante qualquer fato, por pior que parecesse: ”Isto também é para o bem!”
Uma noite, Mahum teve de viajar para a cidade vizinha. Tinha de cruzar uma floresta e levou consigo o burrico (seu meio de transporte), o galo (seu relógio) e uma lamparina que lhe alumiava o caminho, além de permitir-lhe a leitura das escrituras. Mas, aparentemente, ele estava com azar: o óleo da lamparina derramou-se e logo se apagou. O galo ficou mal e morreu. Logo depois o burrico. Mahum viu-se só na floresta, parado, com estranhos ruídos, mas afirmou sem medo:
_Tudo o que Deus faz é para o bem!
No dia seguinte prosseguiu viagem e ao chegar na cidade, seus conhecidos o olhavam com espanto, como a um fantasma, e disseram:
_Como você está vivo? Ontem à noite soldados romanos foram à floresta para matá-lo!
Mahum contou o que lhe acontecera e arrematou:
_Se minha lamparina não se tivesse apagado, o galo morrido e o burrico também, eu estaria certamente morto, pois a luminosidade da lamparina, o zurro do burrico e o cacarejar do galo me teriam traído! Bem digo eu: tudo o que Deus faz é para o bem! (Tradição judaica)
Há duas atitudes para encarar o mundo e as situações: com positividade ou negatividade. Qual a mais vantajosa? O ânimo sereno, equilibrado, destemeroso, lúcido, pode ver e extrair de tudo, por desfavorável que pareça, algo de bom. Pode-se até afirmar que é de grandes provas que nos advêm grandes conquistas. A fé e a paciência recompensam os que se conservam firmes em Deus!
“Todas as coisas contribuem juntamente para o bem daqueles que amam a Deus.” (Romanos, 8:28)
(Fonte: Leitura Diária Abril/92)
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Meu Testamento

Mensagem por Power Max em Qua 15 Abr 2009, 12:35

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Um dia, após certificar-me de que as funções vitais de meu cérebro cessaram, um médico atestará o meu óbito. Quando isto ocorrer, dê minha visão a quem nunca viu o nascer do sol, o rostinho de uma criança ou o amor dos olhos de uma mulher. Dê meu coração a quem sempre sofreu de distúrbios cardíacos. Dê meus rins para quem depende da máquina para existir a cada dia. Tire meu sangue, meus ossos, cada músculo e nervo de meu corpo, mas arranje um jeito de fazer uma criança aleijada andar sozinha. Explore cada centímetro do meu cérebro. Tire minhas células, se necessário, e deixe-as crescer para que um dia um garotinho mudo possa gritar quando seu time marcar um gol, ou uma menina surda possa ouvir o som da chuva batendo em sua janela. Queime o mais que restar de mim, e atire as cinzas ao vento para que ajudem as flores a crescer. Mas se você quiser enterrar alguma coisa de mim, que sejam minhas falhas, fraquezas e todo preconceito que eu possa ter tido para com o próximo(...) E, se você quiser lembrar-se de mim, faça-o através de uma boa ação ou palavra amiga a qualquer pessoa necessitada.
Se você fizer tudo que pedi, viverei para sempre.
(Antônio Neves)
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Vinte Dicas Para Ser Feliz

Mensagem por Power Max em Qua 15 Abr 2009, 12:36

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Elogie pelo menos três pessoas por dia.
Assista ao nascer do Sol pelo menos uma vez por ano.
Tenha um aperto de mão firme.
Olhe as pessoas nos olhos.
Cante no chuveiro.
Gaste menos do que você ganha.
Saiba perdoar a si e aos outros.
Aprenda três piadas boas, mas inocentes.
Devolva tudo que pegar emprestado.
Trate a todos que você conhece como gostaria de ser tratado.
Faça novos amigos.
Saiba guardar segredos.
Não adie uma alegria.
Reconheça seus erros.
Sorria, não custa nada e não tem preço.
Não ore pedindo coisas, só sabedoria e coragem.
Dê às pessoas uma segunda chance.
Não tome nenhuma medida enquanto estiver zangado.
Dê o melhor de si no trabalho.
Jamais prive uma pessoa de esperança: pode ser que ela tenha só isso.
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O Esmoler da Vila

Mensagem por Power Max em Qua 15 Abr 2009, 12:37

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Naquela comunidade de franciscanos, frei Teófilo era o responsável pela sopa dos pobres. Todos os dias, de manhã, ia recolher verduras e legumes na horta, trazia ossos do açougueiro da vila (para aproveitar o tutano) e depois preparava uma substanciosa sopa num grande caldeirão de ferro. Enquanto a sopa cozia, aproveitava para fazer um exercício devocional individual.
Muitos anos continuou ele nesse serviço e devoção. Um dia, embora de olhos fechados em prece, percebeu uma luminosidade incomum no ambiente. Abriu os olhos e viu, rodeada por intensa luz, a figura viva do Cristo à sua frente! Instintivamente Teófilo se prostrou. Seu coração batia descompassadamente, ameaçando romper-se de alegria!
Mas seu arrebatamento foi interrompido: a campainha da porta da rua soou estridentemente. Eram os pobres!
Teófilo titubeou: -“Oh!Deus! Como deixar esta revelação pela qual aspirei e esperei a vida inteira? E que direito têm os pobres de interromper este êxtase sublime?”
Ergueu implorativo olhar, mas o Mestre apenas o observava atentamente. A campainha tocou outra vez. Movido pelo dever, o frade suspirou, inclinou-se ante o Cristo e correu à cozinha. Tomou o caldeirão e a concha e dirigiu-se à porta. Os pobres já estavam nervosos. Teófilo os serviu pacientemente, mas ainda estava ansioso e emocionado.
Quando terminou sua tarefa, tornou à cozinha, deixou ali os apetrechos e olhou esperançosamente para seu quarto: ainda estava esplendidamente iluminado! Entrou: Cristo o esperava! Comovido e jubiloso se ajoelhou e o Mestre lhe disse:
- Teófilo: se tivesses ficado, eu me teria ido...
(Lavdam Derlem)
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Evocação do Natal

Mensagem por Power Max em Qua 15 Abr 2009, 12:39

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O maior de todos os conquistadores, na face da Terra, conhecia, de antemão, as dificuldades do campo em que lhe cabia operar.
Estava certo de que entre as criaturas humanas não encontraria lugar para nascer, à vista do egoísmo que lhes trancava os corações; no entanto, buscou-as, espontâneo, asilando-se no casebre dos animais.
Sabia que os doutores da Lei ouvi-lo-iam indiferentes, com respeito aos ensinamentos da vida eterna de que se fazia portador; contudo, entregou-lhes, confiante, a Divina Palavra.
Não desconhecia que contava simplesmente com homens frágeis e iletrados para a divulgação dos princípios redentores que lhe vibravam na plataforma sublime, e abraçou-os, tais quais eram.
Reconhecia que as tribunas da glória cultural de seu tempo se lhe mantinham cerradas, mas transmitiu as boas novas do Reino da Luz à multidão dos necessitados, inscrevendo-as na alma do povo.
Não ignorava que o mal lhe agrediria as mãos generosas pelo bem que espalhava; entretanto, não deixou de suportar a ingratidão e a crueldade, com brandura e entendimento.
Permanecia convicto de que as noções de verdade e amor que veiculava levantariam contra Ele as matilhas da perseguição e do ódio; todavia, não desertou do apostolado, aceitando, sem queixar, o suplício da cruz com que lhe sufocavam a voz.
É por isso que o Natal não é apenas a promessa da fraternidade e da paz que se renova alegremente, entre os homens, mas, acima de tudo, é a reiterada mensagem do Cristo que nos induz a servir sempre, compreendendo que o mundo pode mostrar deficiências e imperfeições, trevas e chagas, mas que é nosso dever amá-lo e ajudá-lo mesmo assim.
(Do Livro: Antologia Mediúnica do Natal, por Francisco Cândido Xavier)
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Maledicência

Mensagem por Power Max em Qua 15 Abr 2009, 12:40

Certa feita, um homem esbaforido achegou-se a Sócrates e sussurrou-lhe aos ouvidos:
- Escuta, na condição de teu amigo, tenho alguma coisa muito grave para dizer-te, em particular...
- Espera!... ajuntou o sábio prudente. Já passaste o que me vais dizer pelos três crivos?
- Três crivos?! - perguntou o visitante, espantado.
- Sim, meu caro amigo, três crivos. Observemos se tua confidência passou por eles. O primeiro, é o crivo da verdade. Guardas absoluta certeza, quanto àquilo que pretendes comunicar?
- Bem, ponderou o interlocutor, assegurar mesmo, não posso. Mas ouvi dizer e... então...
- Exato. Decerto peneiraste o assunto pelo segundo crivo, o da bondade. Ainda que não seja real o que julgas saber, será pelo menos bom o que me queres contar?
Hesitando, o homem replicou:
- Isso não!... Muito pelo contrário...
- Ah! - tornou o sábio. Então recorramos ao terceiro crivo: o da utilidade, e notemos o proveito do que tanto te aflige.
- Útil?!... aduziu o visitante ainda agitado. - útil não é...
- Bem - rematou o filósofo num sorriso, - se o que tens a confiar não é verdadeiro, nem bom e nem útil, esqueçamos o problema e não te preocupes com ele, já que nada valem casos sem edificações para nós...
Aí está, meu amigo, a lição de Sócrates, em questões de maledicência...
Se pudermos aplicá-la, creio que teremos ganhado tempo e recursos preciosos para rearticular o serviço, refazer a paz, realizar o melhor e seguir para frente.
(Extraído do livro "Aulas da Vida"- por Francisco Cândido Xavier)
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A lição de Francisco de Assis

Mensagem por Power Max em Qua 15 Abr 2009, 12:40

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Francisco de Assis designara Frei Ângelo como prior de Monte Casale. E naquela época eram famosos três ladrões e assaltantes que, um dia, bateram à porta do convento pedindo comida. Frei Ângelo mandou-os embora, nestes termos:
_ "Ladrões e homicidas cruéis, não contentes em roubar o trabalho suado dos outros, ainda pretendem desavergonhadamente devorar as esmolas dos pobres servos de Deus! Sumam, que não merecem sequer que a Terra sustente seus passos"! E eles rodopiaram envergonhados.
Mas pouco após chegava ao convento, depois de recolher as esmolas, o próprio Francisco. O prior contou-lhe o ocorrido. E Francisco não gostou:
_ "Teu comportamento foi cruel, pois os pecadores se conquistam para Deus com doçura, e não com repreensões. Por isso disse Jesus no Evangelho, que não são os sadios que precisam de médico, mas os doentes, e que Ele não veio para chamar os justos, mas os pecadores à penitência; e por isso, muitas vezes comia com eles. Então, como agiste contra a caridade e contra o Evangelho de Jesus, eu te ordeno em nome da santa obediência que vás imediatamente atrás deles, com este cesto de pães e outros alimentos que acabamos de ganhar. Procura-os por montes e vales, e quando os encontrares, dá-lhes de comer, e depois te ajoelha diante deles e confessa humildemente tua culpa de crueldade; a seguir, pede-lhes que não causem mais mal aos outros, mas temam a Deus e não ofendam o próximo. E dize-lhes que lhes prometo sustentá-los em todas as suas necessidades e dar-lhes de comer e beber enquanto vivam."
Frei Ângelo foi. Fez tudo conforme ordenado. E conquistou os três assaltantes, que se tornaram três frades exemplares na ordem franciscana.
A sabedoria da humildade e do amor conquista qualquer coração.
(Extraído da Revista Sabedoria)
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Pegadas na areia

Mensagem por Power Max em Qua 15 Abr 2009, 12:41

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Uma noite eu tive um sonho...
Sonhei que estava andando na praia com o Senhor e, através do Céu, passavam-se cenas de minha vida.
Para cada cena que se passava, percebi que eram deixados dois pares de pegadas na areia; um era o meu e o outro do Senhor.
Quando a última cena da minha vida se passou diante de nós, olhei para trás, para as pegadas e notei que, muitas vezes, no caminho da minha vida, havia, apenas, um par de pegadas na areia.
"Senhor! Tu me disseste que, uma vez que eu resolvi Te seguir, Tu andarias sempre comigo, todo o caminho; mas, notei que, durante as maiores atribulações do meu viver, havia na areia dos caminhos da vida apenas um par de pegadas. Não compreendo por que, nas horas em que eu mais necessitava de Ti, Tu me deixaste!"
_ "Meu precioso filho! Eu te amo e jamais te deixaria nas horas da tua prova e do teu sofrimento. Quando viste, na areia, apenas um par de pegadas, foi, exatamente, aí, que Eu te carreguei nos braços."
(Autor Desconhecido)
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As duas rãs

Mensagem por Power Max em Qua 15 Abr 2009, 12:42

Nada há pior para o caráter do homem do que o pessimismo. Ele denigre tudo, corrompe as boas ações, ofende a virtude, destrói a tranqüilidade, mata a esperança e cultiva a desilusão. O pessimismo é como o mocho: foge à luz e ama a escuridão.
(...) Uma tarde, quando atravessava calmamente certa rua de Bagdá, o velho filósofo foi insistentemente chamado pelo jovem Ali-Benhadaz, filho de riquíssimo mercador de tapetes. O rapaz tivera profunda desilusão e perdera toda a alegria de viver. Até o sorriso das crianças e o suave bailar das folhas, que a brisa da tarde embalava, lhe parecia uma afronta ao seu infortúnio. Desgraçado Ali-Benhadaz!
(...) Hassein Hassan cofiou a barba espessa, olhou ternamente para o jovem e iniciou o seguinte apólogo:
_ "Era uma vez duas rãs: uma otimista; outra, pessimista. Um dia, elas tanto pularam que foram cair dentro de um boião de creme de leite. A pessimista logo se desesperou. Pôs-se a chorar e a gritar. _"Ah! Coitadinha de mim! Desta vez não escaparei! Sinto-me sem ar, sem forças! Estou perdida! Não poderei sair daqui! Vou-me afogar! Ai, que me afogo! Ai!..." E se afogou mesmo.
A rã otimista, sentindo embora a morte da companheira, não perdeu a esperança e continuou lutando bravamente pela vida. Seu otimismo lhe dava confiança e a confiança lhe fazia redobrar a energia. _ "Só desistirei quando todos os meus esforços forem de todo inúteis." - pensava ela. E continuava: _ Mamãe sempre me diz que "enquanto há vida, há esperança." Continuarei lutando."
Na verdade, ela não ficou imóvel, nem se deixou arrebatar pela desorientação. Nadava energicamente, de um lado para outro, movendo sem cessar suas patinhas. Já a rã pessimista jazia no fundo do boião, quando a rã otimista percebeu que as coisas estavam melhorando. Que se teria passado?
Talvez alguém aludisse à realização de um milagre, mas o fato é que não houve milagre algum. De tanto a rãzinha se debater para salvar-se, o creme de leite foi-se condensando e não tardou que ela senti-se achar-se sobre um corpo relativamente sólido, pois o creme se transformara em manteiga. Alcançando a boca do boião, a rã estava ofegante, esgotada, porém, alegre e feliz."
Terminado o apólogo, o filósofo voltou-se para Ali-Benhadaz, com os olhos iluminados, por um contentamento discreto, mas contagioso:
_"Ouviste, meu filho? Essa lição da rã otimista prova que sempre é melhor fazer alguma coisa do que cruzar os braços e não fazer nada nas horas difíceis... O desespero nada constrói: apenas destrói, as lágrimas não mostram o caminho da salvação, mas representam o itinerário do desespero... É nos momentos críticos da vida que o homem deve mostrar o que vale. Estás também num boião de creme de leite. Reflete e age. Não desesperes. Nem tomes qualquer decisão sem refletir. Faze o máximo para saíres bem da situação em que te encontras e verás, depois, que é bem melhor viver nas claridades do otimismo do que chafurdar-se no pântano do pessimismo. Eu te ajudarei a sair do boião, Ali-Benhadaz..."
E Ali-Benhadaz, com a fisionomia aliviada, mostrava certo desafogo na alma. Suspirou e, num impulso de gratidão, beijou as mãos encarquilhadas do filósofo. Desde aquele dia, nunca mais houve em Bagdá um coração mais cheio de esperanças do que o dele...
(José Brígido)
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Jóias devolvidas

Mensagem por Power Max em Qua 15 Abr 2009, 12:42

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Existe uma palavra-chave para enfrentarmos com serenidade e equilíbrio a morte de um ente querido: submissão.
Ela exprime a disposição de aceitar o inevitável, considerando que, acima dos desejos humanos, prevalece a vontade soberana de Deus, que nos oferece a experiência da morte em favor do aprimoramento de nossa vida.
A esse propósito, oportuno recordar antiga história oriental sobre um rabi, pregador religioso judeu que vivia muito feliz com sua virtuosa esposa e dois filhos admiráveis, rapazes inteligentes e ativos, amorosos e disciplinados.
Por força de suas atividades, certa vez o rabi ausentou-se por vários dias, em longa viagem. Nesse ínterim, um grave acidente provocou a morte dos dois moços.
Podemos imaginar a dor daquela mãe!... Não obstante, era uma mulher forte. Apoiada na fé e na inabalável confiança em Deus, suportou valorosamente o impacto. Sua preocupação maior era o marido. Como transmitir-lhe a terrível notícia?!... Temia que uma comoção forte tivesse funestas conseqüências, porquanto ele era portador de perigosa insuficiência cardíaca. Orou muito, implorando a Deus uma inspiração. O Senhor não a deixou sem resposta.
Passados alguns dias o rabi retornou ao lar. Chegou à tarde, cansado após longa viagem, mas muito feliz. Abraçou carinhosamente a esposa e foi logo perguntando pelos filhos...
_ Não se preocupe, meu querido. Eles virão depois. Vá banhar-se, enquanto preparo o lanche.
Pouco depois, sentados à mesa, permutavam comentários do cotidiano, naquele doce enlevo de cônjuges amorosos, após breve separação.
_ E os meninos? Estão demorando!...
_ Deixe os filhos... Quero que você me ajude a resolver um grave problema...
_ O que aconteceu? Notei que você está abatida!... Fale! Resolveremos juntos, com a ajuda de Deus!...
_ Quando você viajou, um amigo nosso procurou-me e confiou à minha guarda duas jóias de incalculável valor. São extraordinariamente preciosas! Nunca vi nada igual! O problema é esse: ele vem buscá-las e não estou com disposição para efetuar a devolução.
_ Que é isso, mulher! Estou estranhando seu comportamento! Você nunca cultivou vaidades!...
_ É que jamais vira jóias assim. São divinas, maravilhosas!...
_ Mas não lhe pertencem...
_ Não consigo aceitar a perspectiva de perdê-las!...
_ Ninguém perde o que não possui. Retê-las equivaleria a roubo!
_ Ajude-me!...
_ Claro que o farei. Iremos juntos devolvê-las, hoje mesmo!
_ Pois bem, meu querido, seja feita sua vontade. O tesouro será devolvido. Na verdade isso já foi feito. As jóias eram nossos filhos. Deus, que no-los concedeu por empréstimo, à nossa guarda, veio buscá-los!...
O rabi compreendeu a mensagem e, embora experimentando a angústia que aquela separação lhe impunha, superou reações mais fortes, passíveis de prejudicá-lo.
Marido e mulher abraçaram-se emocionados, misturando lágrimas que se derramavam por suas faces mansamente, sem burburinhos de revolta ou desespero, e pronunciaram, em uníssono, as santas palavras de Jó:
"Deus deu, Deus tirou. Bendito seja o Seu santo nome."
(do livro: Quem Tem Medo da Morte? - autor: Richard Simonetti)
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Os Três Amigos do Homem

Mensagem por Power Max em Qua 15 Abr 2009, 12:43

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Toda a milenar batalha do Evangelho na Terra consiste no esforço hercúleo por resgatar o espírito humano da prisão da matéria para a liberdade do espírito. Do vício para a virtude. Do tormento para a suavidade.
A dificuldade da redenção está no fato de que as sensações ligadas à matéria e ao momento que passa produzem prazeres imediatos, enquanto que as alegrias espirituais - conquanto incomparavelmente mais grandiosas - têm que ser cultivadas paciente e heroicamente nos embates do dia a dia.
Infelizmente, vivemos num meio cultural em que tudo parece empurrar-nos, desde a infância, rumo às atitudes do egoísmo individual e grupal, bem como ao imediatismo do aqui e agora. Quase toda a educação consiste em dotar os novos indivíduos para sobreviver e prosperar por si mesmos, tanto quanto possível, dentro de um entendimento pobre do que sejam sobrevivência e prosperidade.
Ao mesmo tempo, o espírito de grei como que aprisiona o ser ao estreito círculo familiar, primeiro ao de sua origem filial, depois ao da família que ele constitui e entende ser do seu dever preservar e projetar o mais longe e alto possível, ainda que à custa de elementares princípios de fraternidade e de solidariedade humanas.
O homem deveria compreender, no entanto, que, peregrinando por este mundo expiatório, não serão somente a comodidade e o contentamento imediatos, nem a projeção social, própria e do círculo de parentesco, que lhe garantirão a felicidade real, mas, ao contrário, quanto mais tenha feito em prol da autodisciplina e do bem dos semelhantes, independentemente de consangüinidade e de interesses outros, é que mais garantirá ventura inalterável.
A propósito dessa eterna disputa entre o material e o espiritual, o imediato e o remoto, vejamos um apólogo lá das terras do oriente, captado por Malba Tahan e constante do seu livro "Lendas do Céu e da Terra", sob o título "Os três amigos do homem":
"Era uma vez um homem que tinha três amigos. A todos dedicava grande interesse e não os esquecia um só momento.
Um dia o homem foi chamado a comparecer ao Tribunal, perante o Grande Juiz.
Assustado, na incerteza do que poderia acontecer, procurou o primeiro amigo e pediu-lhe auxílio.
- Nada posso fazer em teu favor - respondeu o primeiro amigo. Pagarei, apenas, as despesas de tua viagem!
O homem recorreu ao segundo. Este lhe disse:
_ Tenho muito medo desse Juiz que vai decidir sobre teu destino. Só posso levar-te, meu caro, até a porta do Tribunal.
Diante do embaraço em que se achava, apelou o homem para o último amigo que lhe restava.
O terceiro amigo atendeu, sem hesitar, ao pedido do homem: acompanhou-o até a presença do Juiz e esforçou-se, com dedicação e carinho, pela sua absolvição.
Sabem quais são os três amigos do homem?
O primeiro é o Dinheiro: o segundo, a Família e o terceiro, as Boas Ações.
Quando o homem morre e é levado ao Tribunal de Deus, o Dinheiro não o acompanha, apenas pode custear-lhe um féretro mais ou menos pomposo; a Família, compungida, vai levá-lo até o cemitério, passando a olvidar-lhe a memória desde o retorno. As Boas Ações é que vão com ele ao Supremo Julgador e falam alto em seu favor..."
(Autor: Malba Tahan, extraído do livro: Lendas do Céu e da Terra)
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TENHO 18 ANOS... QUERO VIVER!

Mensagem por Power Max em Qua 15 Abr 2009, 12:44

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O DETRAN - Departamento de Trânsito da cidade de São José dos Campos publicou no verso do seu documento de licenciamento a mensagem, abaixo transcrita, como um alerta aos motoristas para terem mais cuidados ao dirigir seus veículos:
No dia em que eu morri, o sol brilhava aberto para plena alegria de viver. Lembro-me de que adulei meu pai para emprestar-me o carro. Queria dar umas voltinhas e prometi-lhe que teria todo cuidado. Quando me deu as chaves, só em pensar de dirigir à vontade, mal pude conter o ímpeto de, mesmo nas ruas, botar o carrão a oitenta por hora. Saí logo para a estrada.
Queria correr, sentir o vento fustigar-me as faces, ver os cem por hora do velocímetro. Pisei firme no acelerador, alcancei os noventa, ultrapassei os cem. Um carro na minha frente não andava e quis podá-lo. Dobrei para a esquerda e meti o pé. Mas não vi uma jamanta que vinha na sua mão e nos pegamos em cheio de frente.
Ouvi um estrondo, pedaços de ferro e vidro voaram, senti meu corpo despedaçar-se e percebi que gritava de dor. Um grito só. Depois tudo sumiu na escuridão. Acordei. Ao meu lado, um médico, guardas. Meu corpo estava estraçalhado, mas, curioso, eu não sentia dor alguma; tentei erguer-me, mas não consegui sequer mover um dedo.
Afinal cobriram-me com um lençol, puseram-me numa ambulância e levaram-me ao necrotério. Ei! tirem isso de cima de mim, tirem-me dessa mesa de mármore, por demais fria. Eu não posso estar morto. Tenho apenas dezoito anos. Minha namorada me espera. Quero viver, tirem esse lençol que me incomoda, deixem-me sair daqui.
Ninguém me ouvia, não sei por quê. Arrumaram, o melhor possível, os pedaços do meu corpo e parentes vieram identificar-me. Meu pai, com o rosto lavado pelas lágrimas, disse que realmente era o corpo de seu filho. Minha mãe, debruçada sobre o meu peito, soluçava com desespero. O meu enterro foi uma experiência estranha. Quando me colocaram na estrada do cemitério, os amigos passavam por mim, fitavam-me com tristeza e as garotas acariciavam minhas mãos, meus cabelos.
Por favor, acordem-me. Tirem-me deste caixão e deixem-me sair. Tenho apenas 18 anos, com a vida inteira pela frente. Quero viver, quero estudar, quero o amor de meus pais, quero namorar, competir nos esportes, sou craque de futebol e neste ano a minha equipe há de ficar campeã. Meu Deus, dê-me nova chance, prometo que serei o motorista mais cuidadoso do mundo. Tudo o que desejo é viver esta vida linda. Já disse, tenho dezoito anos e quero viver!
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Um Sorriso

Mensagem por Power Max em Qua 15 Abr 2009, 12:45

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Não custa nada e rende muito.
Enriquece quem o recebe, sem empobrecer quem o dá.
Dura somente um instante, mas seus efeitos perduram para sempre.
Ninguém é tão rico que dele não precise.
Ninguém é tão pobre que não o possa dar.
Leva a felicidade a todos e à toda a parte.
É símbolo da amizade, da boa vontade, é alento para os desanimados, repouso para os cansados; raio de sol para os tristes; ressurreição para os desesperados.
Não se compra nem se empresta.
Nenhuma moeda do mundo pode pagar o seu valor.
Não há ninguém que precise tanto de um sorriso, como aquele que não sabe mais sorrir.
Quando você nasceu, todos sorriram, só você é quem chorava; viva de tal maneira que, quando você morrer, todos chorem e somente você sorria.
(Anônimo – extraído de um painel decorativo)
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Um convite à calma

Mensagem por Power Max em Qua 15 Abr 2009, 12:46

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Calma

Se você está no ponto de estourar mentalmente, silencie alguns instantes para pensar.
Se o motivo é moléstia no próprio corpo, a intranqüilidade traz o pior.
Se a razão é enfermidade em pessoa querida, o seu desajuste é fator agravante.
Se você sofreu prejuízos materiais, a reclamação é bomba atrasada, lançando caso novo.
Se perdeu alguma afeição, a queixa tornará você uma pessoa menos simpática, junto de outros amigos.
Se deixou alguma oportunidade valiosa para trás, a inquietação é desperdício de tempo.
Se contrariedades aparecem, o ato de esbravejar afastará de você o concurso espontâneo.
Se você praticou um erro, o desespero é porta aberta a faltas maiores.
Se você não atingiu o que desejava, a impaciência fará mais larga a distância entre você e o objetivo a alcançar.
Seja qual for a dificuldade, conserve a calma, trabalhando, porque, em todo problema, a serenidade é o teto da alma, pedindo o serviço por solução.
(André Luiz, por Francisco Cândido Xavier)
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Confia Sempre

Mensagem por Power Max em Qua 15 Abr 2009, 12:47

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Não percas a tua fé entre as sombras do mundo.
Ainda que os teus pés estejam sangrando, segue para a frente, erguendo-a por luz celeste, acima de ti mesmo.
Crê e trabalha.
Esforça-te no bem e espera com paciência.
Tudo passa e tudo se renova na terra, mas o que vem do céu permanecerá.
De todos os infelizes, os mais desditosos são os que perderam a confiança em Deus e em si mesmos, porque o maior infortúnio é sofrer a privação da fé e prosseguir vivendo.
Eleva, pois, o teu olhar e caminha.
Luta e serve. Aprende e adianta-te.
Brilha a alvorada além da noite.
Hoje, é possível que a tempestade te amarfanhe o coração e te atormente o ideal, aguilhoando-te com a aflição ou ameaçando-te com a morte...
Não te esqueças, porém, de que amanhã será outro dia.
* * *
(Meimei, por Francisco Cândido Xavier)
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Apelo pela vida

Mensagem por Power Max em Qua 15 Abr 2009, 12:47

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Alma irmã, escuta-me!
Venho falar-te do drama de urgência, que toma conta do coração e da mente da mulher, que se vê induzida por hábil propaganda a negar-se à maternidade...
Sejam quais forem os argumentos, como se te apresentem as justificativas para o crime de interrupção da vida fetal, que alguns homens pretendem legalizar, não te deixes seduzir.
A mulher nasceu para ser, por excelência, mãe da própria ou da carne alheia.
A exceção do aborto terapêutico que objetiva salvar a vida da gestante, facultando-lhe permanecer no ministério do corpo, todos os outros tipos de aborto decorrem de arrazoados ególatras e sofistas, que não merecem respeito.
Não te envergonhes nunca de permitir que a vida se te manifeste pelo teu corpo, na condição de co-criadora que és ao lado de Deus.
Ser mãe é desdobrar a alma em santificantes lições de Amor, doando-se e fruindo o licor inefável da felicidade.
...E um dia, quando a neve dos anos adornar-te a cabeça cansada e aureolar-te o corpo exaurido, duas mãos de apoio como asas angelicais, surgirão, inesperadas, para apoiar-te, enquanto formosa voz entoará um hino de gratidão ao teu amor, mesmo te que sintas, aparentemente, abandonada.
Este hino, em musicalidade sublime, assim te dirá:
_ Mamãe, aqui estou: sou eu, teu filho!
(Amélia Rodrigues - Extraído do livro: Terapêutica de Emergência)
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Nunca te arrependerás:

Mensagem por Power Max em Qua 15 Abr 2009, 12:48

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De teres refreado a língua, quando pretendias dizer o que não convinha ou o que não era verdade.
De teres formado o melhor conceito do proceder de outrem.
De teres perdoado aos que te fizeram mal.
De teres contribuído para o sustento da tua igreja e obras de beneficência.
De teres cumprido fielmente tuas promessas bem pensadas.
De teres suportado com paciência as faltas alheias.
De teres dirigido palavras bondosas aos desventurados e tristes.
De teres simpatizado com os oprimidos.
De teres perdido perdão por falta cometida.
De teres recusado ouvir anedotas picantes e ler escritos da mesma natureza.
De teres escolhido, com prazer, pensamentos, discursos e leituras edificantes.
De teres pensado antes de falar.
De teres honrado a teus pais e superiores.
De teres sido cortês e honesto em tudo e com todos.”
(extraído do livro: Lendas do Céu e da Terra - autor: Malba Tahan)
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A Oração, por um ex-ateu

Mensagem por Power Max em Qua 15 Abr 2009, 12:49

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Alexis Carrel, ganhador do Prêmio Nobel de Medicina e Fisiologia, embora fosse ateu, escreveu “La Prière”, que foi traduzido para o português com o título “A Oração – Seu Poder e Efeitos”.
No prefácio, ele esclarece logo não ser teólogo nem filósofo, mas como cientista, “pela observação sistemática do homem que reza”, “poderemos aprender em que consiste o fenômeno da oração, a técnica da sua produção e os seus efeitos.”.
Nomeado Diretor de Pesquisas Médicas da Fundação Rockfeller, desenvolveu suas pesquisas nos hospitais e laboratórios daquela instituição, em Nova York. Contou, para isto, com o auxílio de uma equipe da mais alta qualificação, examinando centenas e centenas de pacientes de todas as condições sociais, culturais e de credo.
Vejamos algumas das conclusões de suas pesquisas científicas:
Longe de consistir numa simples recitação de fórmulas, a verdadeira oração representa um estado místico em que a consciência se absorve em Deus.
Para orar, basta somente o esforço de nos elevarmos até Deus; tal esforço, porém, deve ser afetivo, e não intelectual.
A melhor maneira de comunicar com Deus é, incontestavelmente, cumprir a sua vontade.
Onde e quando se deve orar? Pode-se orar em toda a parte: na rua, num automóvel, num vagão, no escritório, na escola, na oficina. Mas ora-se melhor nos campos, nas montanhas, nos bosques ou na solidão do quarto.
Deus não fala ao homem, se este não se mantiver calmo, sereno.
É só tornando-se um hábito que a oração atua sobre o caráter, sendo preciso, portanto, orar freqüentemente.
É absurdo que oremos de manhã e, no decorrer do dia, nos comportemos como bárbaros.
A oração é muitas vezes estéril porque os que oram são egoístas, mentirosos, orgulhosos e fariseus incapazes de fé e amor.
A oração atua sobre o espírito e sobre o corpo, por uma forma que parece depender da sua qualidade, da sua intensidade e da sua freqüência.
A oração tem comprovadamente efeitos curativos.
A oração tem efeitos que, por vezes, podemos chamar explosivos. Há doentes que têm sido curados quase instantaneamente.
Para que estes fenômenos se produzam, não há necessidade que o doente ore, caso das criancinhas... (Alguém, porém, orava perto delas).
A oração provoca a aceleração dos processos normais de cura.
Nos doentes que oram, e sabem orar, os remédios fazem efeito com maior eficácia; os processos de cicatrização são mais rápidos.
Todas as sociedades que põe à margem a necessidade de orar, estão em via de declínio.
É pela oração que o homem vai até Deus e que Deus entra nele.
Orar é um ato espiritual e um ato biológico. A oração exerce uma função normal no nosso corpo e no nosso espírito.
É vergonhoso orar – dizia Nietzsche.
Não é mais vergonhoso orar do que beber água ou respirar. O homem tem necessidade de Deus como tem necessidade de água e de oxigênio.
(Hélio Zenaide)
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A tempestade e as gaivotas

Mensagem por Power Max em Qua 15 Abr 2009, 12:49

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Gigantesco transatlântico deixava, um dia, o porto de partida, e, como todos os navios que partem, era escoltado por uma nuvem de gaivotas prateadas.
Ao fim de meia hora de viagem, o tempo tornou-se ameaçador. Um vento violento levantava ondas de espuma. Esboçava-se no céu uma tempestade tremenda. Ora, ainda que lutando com toda a força de suas máquinas contra os elementos desencadeados, o possante navio avançava, penosamente, entre as vagas agitadas.
“Pobres avezinhas” dizia um viajante que olhava do tombadilho as gaivotas e as lastimava. “As nossas máquinas, que representam milhares de cavalos-vapor, com dificuldade resistem à tempestade. Como podem vocês, com as suas débeis asas, lutar contra o tufão, desamparadas no céu?”
E, de repente, aquele homem que tão compadecido se mostrava pelas avezinhas do mar, ficou atônito. É que as pequeninas gaivotas, estendendo as asas que o Criador do Universo lhes deu, abandonaram o navio na procela e ergueram-se acima da tempestade: passaram a voar numa região serena do céu.
Enquanto isso, o homem, com sua presunçosa ciência lutava, penosamente, para resistir à fúria dos elementos.
Repara bem, meu amigo. Esse navio é o homem que pretende lutar unicamente com meios próprios. As asas das gaivotas são as mãos débeis de quem ora.
Pelas asas poderosas da prece eleva-se o homem acima das tempestades da vida e pode voar placidamente, como as gaivotas ligeiras, numa região que jamais será atingida pelos vendavais das paixões.
(Malba Tahan)
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Jesus Contigo

Mensagem por Power Max em Qua 15 Abr 2009, 12:50

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Dedica uma das sete noites da semana ao Culto do Evangelho no Lar, a fim de que Jesus possa pernoitar em tua casa.
Prepara a mesa, coloca água pura, abre o Evangelho, distende a mensagem da fé, enlaça a família e ora. Jesus virá em visita.
Quando o Lar se converte em santuário, o crime se recolhe ao museu. Quando a família ora, Jesus se demora em casa. Quando os corações se unem nos liames da Fé, o equilíbrio oferta bênçãos de consolo e a saúde derrama vinho de paz para todos.
Jesus no lar é vida para o lar.
Não aguardes que o mundo te leve a certeza do bem invariável. Distende, da tua casa cristã, a luz do Evangelho para o mundo atormentado.
Quando uma família ora em casa, reunida nas blandícias do Evangelho, toda a rua recebe o benefício da comunhão com o Alto.
Se alguém, num edifício de apartamentos, alça aos Céus a prece da comunhão em família, todo o edifício se beneficia, qual lâmpada ignorada, acesa na ventania.
Não te afastes da linha direcional do Evangelho entre os teus familiares. Continua orando fiel, estudando com os teus filhos e com aqueles a quem mais amas as diretrizes do Mestre e, quanto possível debate os problemas que te afligem à luz clara da mensagem da Boa Nova e examina as dificuldades que te perturbam ante a inspiração consoladora do Cristo. Não demandes a rua, nessa noite, senão para os inevitáveis deveres que não possas adiar. Demora-te no Lar para que o Divino Hóspede aí também se possa demorar.
E quando as luzes se apagarem à hora do repouso, ora mais uma vez, comungando com Ele, como Ele procura fazer, a fim de que, ligado a ti, possas, em casa, uma vez por semana em sete noites, ter Jesus contigo.
(mensagem extraída do livro "Messe de Amor", de Divaldo Pereira Franco, por Joanna de Ângelis)
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Criança e Deus

Mensagem por Power Max em Qua 15 Abr 2009, 12:51

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Uma criança pronta para nascer perguntou a Deus:
-Disseram-me que estarei sendo enviada à Terra amanhã... Como vou viver lá, sendo que sou pequena e indefesa?
E Deus disse:
-Entre muitos anjos, escolhi um especial para você. Estará esperando-a e tomará conta de você.
-Mas me diga, -aqui no Céu eu não faço nada além de sorrir e cantar, o que é suficiente para que eu seja feliz. Serei feliz lá?
Seu anjo cantará e sorrirá para você... a cada dia, a cada instante, você sentirá o amor do seu anjo e será feliz.
Como poderei entender quando falarem comigo, se eu não conheço a língua que as pessoas falam?
Com muita paciência e carinho, seu anjo lhe ensinará a falar.
E o que farei quando sentir saudade e quiser falar com você?
Seu anjo juntará suas mãos e lhe ensinará a orar.
Eu ouvi que na Terra há homens maus. Quem me protegerá?
Seu anjo a defenderá mesmo que signifique arriscar sua própria vida.
Mas eu serei sempre triste porque eu não o verei mais!
Seu anjo sempre lhe falará sobre Mim, lhe ensinará a maneira de vir a Mim, e Eu estarei sempre dentro de você.
Nesse momento havia muita paz no Céu, mas as vozes da Terra já podiam ser ouvidas.
A criança, apressada, pediu suavemente:
-Oh, Deus, se eu estiver a ponto de ir agora, diga-me, por favor, o nome do meu anjo.
E Deus respondeu:
-Você chamará seu anjo de... MÃE!
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Re: Mensagens de Fé e Otimismo

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